Manuela e o balde da neve
Manuela queria guardar o primeiro floco de neve para mostrar à vovó. Ela desceu até o rio com o seu balde. Era um balde diferente, que sempre guardava um dedo…
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Manuela queria guardar o primeiro floco de neve para mostrar à vovó. Ela desceu até o rio com o seu balde. Era um balde diferente, que sempre guardava um dedo…
Estações e climaPT-BR
Manuela queria pular na poça grande do quintal, a poça mais redonda que já existiu. Ela calçou as botas amarelas. Foi até a porta e olhou. A chuva tinha feito…
Estações e climaPT-PT
Do céu caía pó branco, e não fazia barulho nenhum. A Rita ficou à janela, de boca aberta. Nunca tinha visto neve. O quintal parecia um bolo com açúcar por…
Corpo e sentidosPT-PT
Rui era o único menino da rua com um limoeiro na janela do quarto. O limoeiro ganhava uma roda de folhas novas em cada lua cheia. Ninguém achava isso estranho.…
Estações e climaPT-BR
Helena estava de botas e de gorro, com o nariz colado na janela, esperando. — Hoje ela vem — disse o vovô. — O céu está com cara de neve. Helena queria só uma…
– Toc, toc, toc! – fez a chaleira lá na cozinha, e Helena levantou a cabeça. Era a música dela. Naquela casa, a chaleira assobiava uma música diferente para…
Corpo e sentidosPT-BR
Valentina estava sentada no tapete da sala, com a boneca no colo, quando sentiu uma cosquinha na barriga. Era a cosquinha de fazer xixi. Ela queria muito usar…
O lago dos patos ficava no fim da rua, cercado de juncos e de folhas boiando. Alice morava na casa ao lado e conhecia o lago inteiro. Mas naquela manhã ela…
Corpo e sentidosPT-BR
Heitor achou um frasco de vidro vazio atrás do galinheiro. Ele abriu a tampa e cheirou. Cheirava a terra molhada. — Que estranho — disse Heitor. — Não choveu…
Corpo e sentidosPT-PT
Diogo ouviu um plim no vidro da janela, e depois outro, e correu para a varanda da cabana. Era a primeira chuva depois de muitos dias de sol. Diogo queria…
— Eu consigo sozinha — disse Laura, e segurou a escova com as duas mãos. Era noite, e chovia. Lá fora, o morro cantava baixinho, como sempre cantava quando…
Corpo e sentidosPT-BR
Laura queria ver o desenho novo da lagoa antes que a luz do dia acabasse. Toda noite, a lagoa perto da casa dela congelava num desenho diferente. Ontem foi uma…
Corpo e sentidosPT-PT
A Catarina estava em cima do banquinho, com a escova na mão, a olhar para o frasco da pasta. Queria muito lavar os dentes, porque o pai tinha dito que quem os…
Manuela queria o cobertor macio para dormir. Era o cobertor amarelo, o mais macio do mundo, e sumiu da cama. — Cobertor, cadê você? — ela perguntou. Ninguém…
Corpo e sentidosPT-BR
A Laura tinha um cobertor macio que cheirava a pão quentinho. Era dele que ela mais gostava no mundo inteiro. Naquela noite, ela queria dormir. Mas o cobertor…
Corpo e sentidosPT-PT
Na casa da Rita, havia uma cama pequena com um cobertor macio em cima. Era azul-claro e cheirava a pão quente. A Rita adorava aquele cobertor. Todas as noites,…
Quando a Isabella chegou à biblioteca, viu um cogumelo vermelho crescendo no tapete. Ele ficava bem no cantinho preferido da bibliotecária, ao lado da poltrona…
ProfissõesPT-BR
Heitor queria descobrir qual era o cantinho preferido da dona Nena, a bibliotecária. Ele sabia que ela tinha um. Toda tarde, a dona Nena sumia por um minutinho…
ProfissõesPT-PT
A biblioteca da vila tinha uma janela redonda e um canto escondido atrás das estantes. A bibliotecária chamava-se Rita, e aquele era o seu cantinho preferido.…
O fazendeiro Pedro tinha um portão que cantava. Quando abria, não fazia nhéc. Fazia lá-lá-lááá, uma musiquinha igual a de uma flauta. Ninguém na fazenda achava…
ProfissõesPT-PT
O Rui estava a apanhar ovos no galinheiro quando ouviu o cesto fazer tóc, tóc, tóc. Ainda estava vazio. Era de manhã cedo. O Rui era agricultor e queria seis…
ProfissõesPT-BR
Bernardo queria levar uma cesta de ovos para a mesa da vovó antes do café. Ele era o fazendeiro da casa azul, perto do lago dos patos. Tinha botas amarelas e…
A rua Pequena ficava no alto do morro, com casas de todas as cores e uma fonte na praça que soltava bolhas quando alguém cantava por perto. Todo dia de manhã,…
ProfissõesPT-BR
Bernardo empurrava a bicicleta pela rua da padaria, e a sacola de cartas balançava no guidão. Ele era o carteiro do bairro, e toda manhã levava as cartas até a…