Corpo e sentidosPT-PT
A Sofia e o Atchim Gigante
— Chiu, fala baixinho — diz o avô, e a Sofia tapa a boca com as duas mãos. Os dois estão sentados à beira do prado. É de noite. A lanterna do portão arde azul,…
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— Chiu, fala baixinho — diz o avô, e a Sofia tapa a boca com as duas mãos. Os dois estão sentados à beira do prado. É de noite. A lanterna do portão arde azul,…
Corpo e sentidosPT-BR
Heitor achou um ovinho azul num ninho de capim, bem no meio das flores da colina. A chuva morna tinha acabado de passar. A colina estava amarela, roxa e…
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Rui era o único menino da rua com um limoeiro na janela do quarto. O limoeiro ganhava uma roda de folhas novas em cada lua cheia. Ninguém achava isso estranho.…
– Toc, toc, toc! – fez a chaleira lá na cozinha, e Helena levantou a cabeça. Era a música dela. Naquela casa, a chaleira assobiava uma música diferente para…
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Valentina estava sentada no tapete da sala, com a boneca no colo, quando sentiu uma cosquinha na barriga. Era a cosquinha de fazer xixi. Ela queria muito usar…
O lago dos patos ficava no fim da rua, cercado de juncos e de folhas boiando. Alice morava na casa ao lado e conhecia o lago inteiro. Mas naquela manhã ela…
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Heitor achou um frasco de vidro vazio atrás do galinheiro. Ele abriu a tampa e cheirou. Cheirava a terra molhada. — Que estranho — disse Heitor. — Não choveu…
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Diogo ouviu um plim no vidro da janela, e depois outro, e correu para a varanda da cabana. Era a primeira chuva depois de muitos dias de sol. Diogo queria…
— Eu consigo sozinha — disse Laura, e segurou a escova com as duas mãos. Era noite, e chovia. Lá fora, o morro cantava baixinho, como sempre cantava quando…
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Laura queria ver o desenho novo da lagoa antes que a luz do dia acabasse. Toda noite, a lagoa perto da casa dela congelava num desenho diferente. Ontem foi uma…
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A Catarina estava em cima do banquinho, com a escova na mão, a olhar para o frasco da pasta. Queria muito lavar os dentes, porque o pai tinha dito que quem os…
Manuela queria o cobertor macio para dormir. Era o cobertor amarelo, o mais macio do mundo, e sumiu da cama. — Cobertor, cadê você? — ela perguntou. Ninguém…
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A Laura tinha um cobertor macio que cheirava a pão quentinho. Era dele que ela mais gostava no mundo inteiro. Naquela noite, ela queria dormir. Mas o cobertor…
Corpo e sentidosPT-PT
Na casa da Rita, havia uma cama pequena com um cobertor macio em cima. Era azul-claro e cheirava a pão quente. A Rita adorava aquele cobertor. Todas as noites,…
No topo da Colina dos Três Ventos, o ar cheirava sempre a capim-limão amassado, a luz do sol parecia pintar as pedras de um amarelo muito vivo e morno, e as…